terça-feira, 27 de outubro de 2015

INFERTILIDADE E HOMEOPATIA - ALTERAÇÃO DOS NÍVEIS DE PROLACTINA (HIPER-PROLACTINA) (PRL)

 

Prolactina (PRL). O que é?

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  É uma hormona segregada pelas células da hipófise anterior, que está presente em todos os mamíferos. Foi descrita pela primeira vez em ovelhas, em 1937, e só mais tarde, em 1970, os pesquisadores Frantz e Kleinberg a estudaram e descreveram nos humanos. 
É uma substância produzida pelo sistema nervoso central que pode levar ao aparecimento de alguns distúrbios na saúde do Homem e a Mulher. As células nervosas e as glândulas endócrinas comunicam entre si, célula a célula por actividade eléctrica e pela da secreção de mensageiros químicos ou neurotransmissores, que são as hormonas. As hormonas são substâncias produzidas pelas glândulas endócrinas (glândulas de secreção interna) com a função de regular e equilibrar as funções do organismo, para que os órgãos e sistemas funcionem em harmonia. As hormonas regulam a química do organismo em todas as suas funções, funcionam como mensageiras, são produzidas num órgão e levadas pela corrente sanguínea a outro órgão e a todas as partes do organismo actuando como estimulantes. O organismo é formado por diferentes tipos de células e de hormonas, cada hormona actua sobre um determinado tipo de células, as “células-alvo”, com função específica mas que no conjunto trabalham na manutenção do equilíbrio do organismo.Têm um ritmo de secreção variável de acordo com as necessidades do corpo e com a função que desempenham. Como todas as hormonas, a prolactina também tem uma função específica e possui um ritmo de secreção variável (ritmo de secreção hormonal). O ritmo da prolactina é mais elevado durante a noite no início do sono e é controlado por diferentes substâncias bioquímicas produzidas pelo sistema nervoso central. O controlo é feito pela comunicação entre as células do córtex cerebral, o hipotálamo e a hipófise. As glândulas não funcionam sozinhas, como acontece com todos os órgãos e sistemas, para estarem em equilíbrio é essencial o funcionamento harmonioso da globalidade do indivíduo, o mental, o emocional e o físico. Assim é fácil perceber que a secreção da prolactina pela hipófise também está dependente de vários factores reguladores. Para que os níveis de prolactina se mantenham de acordo com as necessidades de cada um, é essencial o equilíbrio do organismo no seu todo, é aqui que a Homeopatia pode dar uma ajuda preciosa. 
 
Aumento dos níveis de Prolactina (PRL) como causa de Infertilidade  
O excesso de prolactina (hiper-prolactina ou hiperprolactinemia) também pode ser uma das causas da infertilidade da mulher ou do homem. Acontece com mais frequência em mulheres com idades entre os 20 e os 50 anos, embora também possa aparecer no homem, não sendo, no entanto, tão frequente. Na mulher, a prolactina tem uma função importante na manutenção da amamentação, é a hormona estimulante das glândulas mamárias para a produção de leite. Tudo começa na puberdade, a prolactina, juntamente com os estrogénios, a progesterona e o cortisol, estimula a proliferação e a ramificação dos ductos na mama, mais tarde, durante a gravidez, a prolactina, juntamente com estrogénios e progesterona, é responsável pelo desenvolvimento dos lobos dos alvéolos nos quais o leite é produzido. Depois do parto, a prolactina, desta vez em conjunto com a insulina e o cortisol, estimula a síntese e a secreção de leite. No homem, também há produção de prolactina, no entanto a sua função ainda não é conhecida na totalidade.No dia-a-dia, todos somos confrontados com situações que produzem desequilíbrios na secreção hormonal, por isso é normal que a secreção de prolactina, também possa variar e aumentar com:
  • o stress;
  • na gravidez;
  • por trauma emocional;
  • pelo uso de fármacos (medicamentos químicos): reserpina, sulpiride, metroclopamida, alfa-metildopa, verapamil, entre outras substâncias existentes nos calmantes, nos anti-depressivos, nos ansiolíticos, nos anti-psicóticos, nos fármacos para a hipertensão e nos anticoncepcionais, entre outros.
Todas estas situações são situações passíveis de provocarem alteração na secreção de prolactina, mais precisamente excesso de prolactina.
No entanto não são só estas situações, consideradas normais, que podem elevar os níveis da prolactina do organismo, há outros factores e esses não são normais, que também podem provocar alterações, que são:
  • Os factores patológicos: as patologias que afectam o sistema nervoso central na zona do hipotálamo e hipófise como as lesões neoplásicas no hipotálamo, degenerativas, granulomatosas, vasculares ou infecciosas que diminuem a secreção de dopamina (regula a prolactina), que é uma hormona com acção inibidora sobre a PRL; interrupção da ligação entre o hipotálamo e a hipófise originada por tumores cerebrais, alterações da hipófise devido a prolactinomas (micro e macroadenomas); insuficiência renal crónica, que diminui a depuração renal de PRL; doenças endócrino metabólicas como o hipertiroidismo (o THR é um potente libertador de PRL); ovários poliquistícos; doenças e lesões da parede toráxica;
  • Causa idiopática ou funcional (sem causa conhecida).
Todos os factores que enumerei são passíveis de poderem gerar a hiper-prolactina (PRL). Verifica-se ainda que os sintomas e por consequência as patologias que envolvem a secreção de prolactina, são caracterizados pelo excesso de produção da hormona.  


Excesso de Prolactina na Mulher – Sintomas  
Alguns dos sintomas que na mulher podem fazer pensar em hiper-prolactina (PRL) são:
  • Menstruações irregulares;
  • Amenorreia (é frequente o excesso de prolactina em mulheres que não menstruam);
  • galactorreia;
  • Diminuição da libido (desejo sexual);
  • Infertilidade;
  • Diminuição da densidade óssea e até osteoporose;
  • Depressão e ansiedade;
  • Edema e obesidade.
Como pode ver-se a prolactina pode ser a responsável por disfunções graves do organismo, a falta de ovulação é um dos sintomas a ter sempre em consideração.  


Excesso de Prolactina no Homem - Sintomas 
 Como referi, no homem também há produção de prolactina, no entanto a sua função ainda não é conhecida na totalidade. No entanto verificam-se sintomas como:
  • Disfunção eréctil;
  • Diminuição da libido (desejo sexual);
  • Infertilidade;
  • Baixa produção de espermatozóides;
  • Ginecomastia (desenvolvimento de mamas nos homens);
  • Diminuição da densidade óssea e até osteoporose;
  • Depressão e ansiedade;
  • Edema de obesidade.
Todos estes sintomas estão relacionados com o excesso da hormona no organismo masculino. 
 
Tratamento Homeopático da Hiper-prolactina (PRL)  
A abordagem homeopática para tratamento da hiper-prolactina processa-se da mesma maneira que para qualquer outra patologia. “A Homeopatia trata as pessoas e não as doenças”, quer isto dizer que a Homeopatia trata as pessoas, não o excesso de prolactina. O equilíbrio hormonal do organismo é fundamental para que funcione bem, para que todos os órgãos funcionem na sua plenitude. Nesta área, a Homeopatia tem um papel importante e é eficaz . A Homeopatia trata o individuo na sua globalidade, isto quer dizer que o/a homeopata, para poder prescrever o remédio apropriado a cada um, tem que ter sempre em consideração todos os sinais e sintomas individuais, quer sejam físicos, emocionais ou mentais. A abordagem é sempre individual e tem sempre em atenção o indivíduo no seu todo, na sua globalidade, mental-emocional-físico, é assim que a Homeopatia trata a doença. A abordagem da Homeopatia é mais segura, eficaz e saudável do que a terapia com medicamentos químicos, que como é sabido, traz uma série de riscos acrescidos à saúde. Além de eficaz no tratamento dos sintomas, o tratamento homeopático é barato, não tem efeito tóxico para o organismo e é isento de efeitos colaterais. São significativas as vantagens do tratamento homeopático. Quando se opta por um tratamento alternativo, nomeadamente o homeopático, o tratamento deve ser receitado e orientado por um Homeopata profissional, com formação em Homeopatia que saiba prescrever respeitando a Filosofia Homeopática e de acordo com e as Leis da Homeopatia.  
Manuela Morgado - Homeopata Especialista 
http://manuela-morgado-chl-homeopatia.blogspot.com/2011/02/infertilidade.html

http://manuela-morgado-chl-homeopatia.blogspot.com/2009/07/tratamento-homeopatico-da-infertilidade.html

http://manuela-morgado-chl-homeopatia.blogspot.com/2009/07/como-mente-e-as-emocoes-podem-afectar.html




INFERTILIDADE


“Infertilidade é a incapacidade de um casal alcançar a concepção ou levar uma concepção a termo, após um ano ou mais de relações sexuais regulares, sem protecção contraceptiva”.
É assim que a Organização Mundial da Saúde (OMS) define infertilidade. Isto não significa que a concepção não possa acontecer naturalmente ou recorrendo a ajuda.
É muito raro aparecer uma situação de esterilidade total, o mais vulgar é encontrarmos casais com dificuldade de concepção, que pode ser de um ou de ambos os parceiros.
Consideram-se dois tipos de infertilidade:

  • Infertilidade Primária – é a incapacidade fisiológica de um casal ter filhos. De ter uma primeira gravidez.

  • Infertilidade secundária – considera-se quando um casal já concebeu e tiveram um aborto ou já têm um primeiro filho, mas apresentam muita dificuldade em conseguirem uma segunda gravidez.
A infertilidade é um problema comum de homens e mulheres que pode ter origem estrutural interna ou pode ser o resultado de desequilíbrios emocionais, inconscientes do ser humano.
A fertilidade do casal pode ser afectada também factores externos, como a alimentação, o estado de saúde geral, o ambiente de poluição em que vivem, a vida agitada que o quotidiano actual proporciona, são alguns entre muitos outros factores dos que podia aqui enumerar.
As infecções sexualmente transmissíveis, como sífilis, a gonorreia ou a clamídia, caso não sejam tratadas a tempo, são outro factor que também pode estar na origem da infertilidade.
Há situações mais complicadas, como as intervenções cirúrgicas em que há extracção dos ovários (ovarioctomia) ou do útero (histerectomia) da mulher, ou no caso do homem, de ambos os testículos, que como é óbvio, contribuem para a infertilidade com causa estrutural.
A infertilidade é um dos problemas de saúde do homem onde a Homeopatia responde com elevada taxa de sucesso, quer o problema seja de um ou de ambos os membros do casal.
A abordagem homeopática da infertilidade, é igual para qualquer outra doença, ou desequilíbrio da saúde.
Em Homeopatia não temos remédios para esta ou aquela patologia, temos sim remédios para este ou aquele indivíduo. O remédio homeopático actua promovendo o equilíbrio global (mental, emocional e físico) de cada pessoa, para que todos os seus órgãos e funções possam trabalhar em harmonia.
A abordagem global, holística, de cada pessoa individualmente, permite que o homeopata obtenha as informações necessárias para prescrever o remédio mais semelhante (o similibus). É esse remédio, o similibus, que vai ajudar o organismo a recuperar o equilíbrio e deixar que todos os órgãos e glândulas desempenhem, em pleno, as funções que lhes competem.
Manuela Morgado - Homeopata



TRATAMENTO HOMEOPÁTICO DA INFERTILIDADE



O tratamento Homeopático é um método alternativo, com bastante sucesso no tratamento de pessoas com problemas de infertilidade quer seja masculina, feminina ou mesmo do casal.
Considero que a infertilidade é um problema do casal e não só de um dos membros. Por isso, quando alguém me procura e pede ajuda para a resolução de uma situação de infertilidade, faço questão em falar com o casal em conjunto e individualmente, quer o diagnóstico que tragam seja de infertilidade masculina ou feminina.
A Homeopatia considera o ser humano como um TODO, que se manifesta em três níveis, mental, emocional e físico, que estão intrinsecamente ligados, sendo as manifestações físicas, ou sejam os sintomas, o resultado do desequilíbrio dos outros níveis. Assim, só depois de uma anamenése pormenorizada e individualizada de cada pessoa, como um TODO, o homeopata pode escolher o medicamento que mais semelhança tenha com a pessoa, o “similibus”, promovendo desta maneira o reequilíbrio da saúde na globalidade, para que todos os órgãos e funções do organismo trabalhem em harmonia. A saúde reprodutiva faz parte deste “pacote” de órgãos e funções que só funcionam bem quando há harmonia.
Nas últimas décadas tem aumentado muito o número de casais com problemas de fertilidade. Actualmente estima-se que cerca de um em cada quatro casais tem problemas de fertilidade.
As mulheres sofrem de menstruações irregulares muitas vezes com patologias associadas, nos homens, os problemas com o sémen, que vão desde a qualidade e quantidade, os problemas com os espermatozóides, que podem ser vários, aumentaram significativamente.
Dos casais que procuram ajuda para a concepção, cerca de 30% sofrem de infertilidade “inexplicada” (tudo está bem, fisicamente, para a procriação mas ela não acontece).
Dos restantes, muitos recorrem a tratamentos da medicina convencional com substâncias, que além dos efeitos secundários que provocam, deixam muitas vezes sequelas para toda a vida.
Os exames incómodos e dolorosos são processos pelos quais, quem deseja ter um filho, tem que passar, para se submeter aos variados processos de reprodução assistida.
Reconheço, no entanto, que há situações de graves problemas de estrutura, onde a reprodução assistida é a única hipótese de alguns casais conseguirem ter um filho, mas também nestas situações a homeopatia pode ter um papel importante e dar uma ajuda valiosa para que o resultado final da intervenção seja positivo.
Ao contrário dos tratamentos da medicina convencional, o tratamento homeopático tem a vantagem de ser um tratamento simples, muito fácil de fazer, barato, sem efeitos secundários e com resultados positivos, quer a causa da infertilidade seja masculina, feminina ou do casal.
Os ciclos menstruais irregulares, o desequilíbrio hormonal quando não há ovulação, são obstáculos à fertilidade que a homeopatia resolve com sucesso.
A preparação do útero para receber o óvulo fertilizado e promover a sua fixação, a melhoria do muco cervical que facilita a caminhada dos espermatozóides e a melhoria da mucosa uterina para favorecer a nidação, são situações onde os benefícios do tratamento homeopático também são bastante evidentes.
As causas externas como o estilo de vida, tipo de alimentação, consumo habitual de bebidas alcoólicas, tipo de bebidas consumidas, fumo, exposição diária a substâncias tóxicas, a poluição por metais tóxicos, pesticidas e aditivos alimentares para conservação de alimentos, são factores, entre muitos outros, que afectam a capacidade reprodutiva do homem. São factores externos, a que chamamos “causas mórbidas”, que devem ser evitados e os comportamentos corrigidos para que o equilíbrio possa ser atingido.
É na promoção do equilíbrio da saúde, desde o mental, emocional que se reflecte no físico, que o remédio homeopático actua, com resultados excelentes na resolução de muitas situações de infertilidade.
Muitos pacientes perguntam “quanto tempo vai demorar o tratamento?”, a isso eu não sei responder. Tanto pode demorar três meses como um ano, ou mesmo mais, tudo depende da situação, de cada pessoa, da cronicidade do problema, dos tratamentos químicos feitos anteriormente e da profundidade do tratamento necessário. Tal como nas outras medicinas, também em homeopatia não há certezas absolutas.
Todos sabemos que a fertilidade do homem e da mulher é um processo complexo e muito delicado. Quando se opta por um tratamento alternativo, nomeadamente o homeopático, o tratamento deve ser prescrito e orientado por um Homeopata profissional, com formação homeopática de base, que saiba prescrever respeitando a Filosofia Homeopática e de acordo com e as Leis da Homeopatia.

Manuela Morgado - Homeopata




COMO A MENTE E AS EMOÇÕES PODEM AFECTAR A FERTILIDADE DO CASAL

Para a homeopatia todos os aspectos da vida do ser humano quer sejam mentais, emocionais ou físicos, estão interligados e são eles em conjunto os responsáveis pelos distúrbios da saúde.

Sempre que alguém passa por uma situação que altera o seu estado mental ou emocional, o organismo manifesta-se sob a forma de um bloqueio energético, que causa o desequilíbrio do funcionamento normal de todos os órgãos e sistemas, promovendo o aparecimento de sintomas, que são a manifestação da doença.

Os bloqueios emocionais e os estados mentais negativos, muitas vezes relacionados com situações de uma gravidez que não evoluiu, ansiedade, medo, depressão, stress, que pode ter as mais variadas causas, como a insegurança de trabalho, a vida agitada com horas marcadas para tudo e muitos outros factores que poderia aqui enumerar, podem estar na origem da infertilidade de muitos homens e mulheres.

Claro que não podemos esquecer, também, os factores ambientais como a poluição do ar e a contaminação das águas, a alimentação onde se utilizam cada vez mais conservantes e fertilizantes químicos, o fumo, o excesso de bebidas alcoólicas, são factores responsáveis por muitos casos de infertilidade.
A ansiedade dos casais que há muito tempo desejam ter um filho e que mês após mês vêem o sonho adiado. A esperança de conceberem nesse ciclo passa a desilusão quando o período mais uma vez aparece.

Não conseguem partilhar com ninguém o desgosto e a desilusão, vivem em stress emocional constante o peso da infertilidade, a vida do casal está focalizada no desejo de ter um filho.

A pressão que a família exerce sobre o casal, que sem saber o que se passa questiona frequentemente, sempre em ocasiões de encontros familiares, “então e vocês, quando vem esse bebé? já está na altura ….”.

Os encontros com casais amigos que entretanto já têm 1 ou 2 filhos e que, mesmo que não perguntem nem digam nada com intenção de magoar, só pelo facto de terem filhos ou de anunciarem uma nova gravidez, causam uma pressão e ansiedade incontroláveis que fazem vir ao de cima sentimentos e emoções negativas, pouco saudáveis para o equilíbrio emocional de quem está muito fragilizado.

Outras vezes, o casal passou pela má experiência de uma gravidez que sem razão aparente acabou espontaneamente. A angústia e a dor da perda do desejado bebé marcaram o casal tão profundamente, que o medo do que poderá acontecer na próxima gravidez pode ser um bloqueio à fertilidade.

O estilo de vida e o stress, como todos reconhecemos, são factores que afectam física e mentalmente tanto a saúde do homem como a da mulher.

Na mulher, os ciclos sem ovulação, as menstruações irregulares, as dores menstruais com todas as suas causas e consequências e no homem a qualidade do sémen, a formação, quantidade, qualidade e motilidade dos espermatozóides são algumas das situações que podem ter como causa principal a mente e as emoções.

Quando alguém está sob uma carga emocional profunda, como um desgosto, a perda de um ente muito querido, grande irritação, ansiedade, stress, medo e ira, experimenta emoções que causam uma baixa hormonal nas glândulas e um aumento de hormonas no sangue.

As hormonas são substâncias libertadas para a circulação sanguínea, por uma glândula ou órgão, que regulam a actividade das células noutras zonas do organismo, controlam o funcionamento de órgãos inteiros, regulam o crescimento, o desenvolvimento, a reprodução e as características sexuais. Têm influência na maneira como o corpo utiliza e armazena a energia, controlam o volume dos líquidos e as concentrações de sal e açúcar no sangue. Algumas hormonas afectam um ou dois órgãos, enquanto outras têm efeitos globais no organismo.

Apesar da especificidade do trabalho de cada uma, todas trabalham em perfeita harmonia, quando normais e de boa saúde, na manutenção do equilíbrio do organismo.

O tratamento Homeopático, que é feito individualmente, com medicamentos seleccionados à semelhança da pessoa a tratar e de acordo com a abordagem holística (mental, emocional e física) de cada membro do casal, tem um efeito muito eficaz na manutenção do equilíbrio do organismo. Quando isto se consegue, estamos perante o equilíbrio de todo o sistema endócrino e na regulação do funcionamento de todos os seus órgãos ou sistemas.

Atingido o equilíbrio hormonal, todos os órgãos e sistemas estão em perfeitas condições de desempenharem as suas funções.

Há remédios que podem ajudar a regular o ciclo menstrual, fazer com que a mulher volte a ovular ou, no caso do problema de fertilidade ser masculino, regularizar os valores do esperma, a quantidade de espermatozóides, motilidade e forma, mas todos os medicamentos são seleccionados sempre de acordo com uma abordagem holística de cada pessoa, tendo sempre em consideração o mental e o emocional de cada um. O remédio que pode tratar qualquer um dos problemas enunciados, numa determinada pessoa, pode não ser o mesmo que trata outra pessoa com os mesmos problemas.

Em Homeopatia não se tratam doenças, tratam-se pessoas, por isso o medicamento é sempre individual e sempre prescrito para tratar esta ou aquela pessoa e não para tratar esta ou aquela patologia.

Manuela Morgado - Homeopata

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